Wearable: como a tecnologia vestível pode auxiliar na medicina? por Qual Farmácia

Wearable: como a tecnologia vestível pode auxiliar na medicina?

No que diz respeito à Internet das Coisas, o wearable é um dos dispositivos que mais tem ganhado destaque. Trata-se de uma nova categoria de equipamentos eletrônicos que possuem tecnologia vestível e também podem ser usados para monitoramento e aperfeiçoamento das atividades cotidianas. E o melhor é que essa inovação também promete ser tendência na área da saúde.

No Brasil, por exemplo, está previsto para esse segundo semestre de 2017 o lançamento do Plano Nacional da Internet das Coisas. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC), o país é o pioneiro na América do Sul a implantar esse tipo de tecnologia que pode beneficiar, inclusive, na medicina preventiva pública.

Funcionalidades

Muitas pessoas associam a utilização dos wearables somente aos relógios ou aos óculos inteligentes, como o iWatch e o Google Glass. Porém outros objetos do cotidiano já estão incorporando essa tecnologia às suas funcionalidades. Entre eles estão pulseiras, anéis, peças de roupa, capacetes, entre outros itens que podem ser acoplados facilmente ao corpo.

Atualmente, o uso mais comum para esses gadgets serve para se conectar à internet e enviar e-mails. Contudo, quando direcionados ao ramo da saúde, essas funções se ampliam para captar os batimentos cardíacos, calcular as calorias gastas e distâncias percorridas em exercícios físicos, controlar doenças como a diabetes e, até mesmo, para monitorar a qualidade do sono dos indivíduos.

Segundo a pesquisadora Luisa Paraguai Donati, o que diferencia um dispositivo vestível de outros aparelhos móveis, como palmtoppager ou celular, é a possibilidade de apreender informações, tanto do usuário como do ambiente, tornando seu funcionamento mais interativo.

Eficiência

Dentre os mecanismos oferecidos por esses aparelhos, o principal desafio para a área médica é tornar possível a análise dos dados que são gerados e poder fazer o acompanhamento profissional mesmo à distância. O que pode ocasionar, principalmente, na melhora da indicação dos tratamentos.

Apesar dos wearables não substituírem os cuidados médicos, eles têm grande potencial, sobretudo, porque permitem que as pessoas podem se cuidar em casa. Acredita-se que, em breve, esses dispositivos externos possam mudar a maneira como os usuários se relacionam com os eletrônicos.

A exemplo disso, é que no futuro os wearables possam também auxiliar na manutenção da qualidade de vida dos usuários da terceira idade. Isso porque com essa tecnologia, os familiares e profissionais da saúde podem acompanhar a rotina dos idosos à distância.

No entanto, até que esse avanço tecnológico e a medicina orientada pelo paciente chegue às mãos de todos, é preciso que os próprios cidadãos e médicos estejam capacitados para lidar com essas ferramentas. Até lá, a melhor forma de obter informações seguras sobre si e sua saúde é fazendo consultas e exames periodicamente.

Por isso, como nós do Qual Farmácia sempre indicamos: cuide-se para manter a saúde e o bem-estar em dia! Continue acompanhando nossas dicas aqui no blog.

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