Terapia Imunobiológica muda a vida de pacientes com Artrite Reumatoide por Qual Farmácia

Terapia Imunobiológica muda a vida de pacientes com Artrite Reumatoide

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune que compromete os tecidos do corpo, incluindo as articulações. Os sintomas mais comuns deste distúrbio são dor, inchaço local e dificuldade nos movimentos. Em casos mais graves, a doença pode evoluir e provocar até mesmo deformidades articulares, que posteriormente podem afetar órgãos internos.

A boa notícia para esses pacientes é que a ciência tem contribuído significativamente na medicina. Uma dessas colaborações inclusive revolucionou o tratamento da AR. Trata-se da Terapia Imunobiológica. O procedimento consiste em uma forma de abordagem que se tornou possível graças aos avanços da biologia molecular.

Como funciona

Este tipo de terapia vem sendo utilizada desde 1998 e já beneficiou mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. De acordo com a médica reumatologista Catarina Vila, os medicamentos imunobiológicos permitem maior especificidade no controle de doenças autoimunes e inflamatórias, como a AR.

Atualmente, já existem mais de 30 tipos diferentes de agentes biológicos já liberados para uso em procedimentos ou para testes clínicos. “Definitivamente, é um tratamento revolucionário para muitas das doenças reumáticas, trazendo melhora objetiva e até remissão da doença, mesmo em pacientes refratários aos tratamentos convencionais. O paciente é tratado de uma forma mais individualizada, de modo a encontrar a terapia mais eficaz para ele”, ressalta Catarina.

A doença

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a causa para AR ainda é desconhecida. Mas grande parte dos estudos indicam que a combinação de fatores genéticos e ambientais é a principal responsável pela doença. Nesse contexto, também estima-se que o distúrbio atinge as mulheres duas vezes mais do que os homens, geralmente entre os 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade. E ao contrário do que se imagina, crianças e adolescentes também podem desenvolver a AR juvenil.

Por isso, a especialista reforça a necessidade das pessoas procurarem o mais cedo possível o diagnóstico da doença. E lembra que não só a administração medicamentosa deve fazer parte do tratamento destes, mas também a fisioterapia, terapia ocupacional e a prática regular de exercícios físicos, que podem contribuir para uma melhora considerável na qualidade de física, mental e de vida dos pacientes.

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