Saiba como identificar um medicamento falsificado por Qual Farmácia

Saiba como identificar um medicamento falsificado

Ausência de informações sobre os seus princípios ativos, presença de substâncias desconhecidas ou tóxicas ou, ainda, adição de ingredientes que não causam nenhuma reação. Essas são algumas das alterações que caracterizam os medicamentos falsificados e que, quando ingeridos a curto e médio prazo, podem trazer uma série de complicações à saúde.

Por serem difíceis de detectar, estima-se que 10% dos remédios vendidos em países em desenvolvimento, como o Brasil, são falsos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), este tipo de crime chega a lucrar 30 milhões de dólares globalmente por ano.

Os perigos

Os riscos apresentados por esses remédios, produzidos por fabricantes clandestinos, vão desde envenenamento e intoxicação pela presença de componentes tóxicos a danos fatais no tratamento, dado que produtos irregulares podem não trazer as substâncias que exercem o fator terapêutico ou, até mesmo se trouxer, podem ter uma alta dosagem. Agravando assim o estado de saúde do paciente.

Por isso, é preciso ficar atento à eficácia e os efeitos dos medicamentos. Ao perceber a alteração da eficiência de um remédio, aspecto físico e seus efeitos colaterais no organismo, suspenda o seu uso e consulte um especialista.

Nessa situação, também é recomendado verificar as características de segurança da embalagem do produto. E, caso seja constatado a falsificação, realize uma denúncia na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que seja feita uma inspeção na farmácia ou drogaria em que foi adquirido o medicamento.

Como checar se o medicamento é falso?

Basta observar os seguintes itens na embalagem:

-Registro: verifique se na embalagem do medicamento consta o número de registro na Anvisa/ Ministério da Saúde;

-Identificação do fabricante: veja se há o nome do farmacêutico responsável pela fabricação do medicamento e seu registro no Conselho Regional de Farmácia (CRF). O registro do farmacêutico deve ser do mesmo estado em que a fábrica do remédio está instalada no Brasil;

-Fabricação: cheque também se constam a data de fabricação e validade;

-Lote: compare se o número do lote impresso na embalagem é o mesmo que está no frasco ou na cartela;

-Nome: nem sempre o remédio tem nome comercial, no entanto, veja se o mesmo está legível e bem impresso, bem como a denominação e da concentração do princípio ativo que são obrigatórias na embalagem;

-Conservação: a embalagem deve estar em bom estado de conservação. Sem rasgos, rasura ou alguma informação apagada;

-”Raspadinha”: é uma espécie de selo na embalagem do medicamento que deve ser raspado pelo usuário com um objeto de metal, onde mostra o nome do laboratório produtor e a palavra “qualidade”.

Adquira seus medicamentos de forma segura!

Além disso, também é importante estar atento aos locais onde você compra os seus medicamentos. Desconfie de farmácias, drogarias ou supermercados que façam a venda de remédios com valores muito inferiores em comparação a outros estabelecimentos ou, ainda, sites farmacêuticos que não disponibilizam endereço e telefone locais para contato.

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