Novo tratamento pode dar fim à calvície por Qual Farmácia

Novo tratamento pode dar fim à calvície

A queda de cabelo quando associada à calvície é um dos problemas estéticos que mais podem afetar a autoestima e a vaidade, principalmente, dos homens que são os mais acometidos por esta perda. No entanto, atualmente já existem inúmeros tratamentos que podem atenuar e recuperar o crescimento dos fios.

É o caso das megassessões de microenxertos e minienxertos, que oferecem uma nova perspectiva e uma contribuição importante para a cirurgia de transplante capilar. “Algo que traz conforto e ânimo para aqueles com problemas de calvície, dando inspiração e incentivo para futuros aprimoramentos e melhorias”, é o que afirma o cirurgião plástico Paulo Miranda.

Na prática, trata-se de uma técnica que vem sendo aceita como um procedimento seguro e simples, capaz de recriar as linhas naturais do cabelo. Na realização do transplante são usados fatores de crescimento por plaquetas (proteínas regulatórias que são utilizadas no processo de regeneração da pele) para melhorar a densidade capilar e, por sua vez, o processo como um todo. 

 Como funciona

No procedimento, os folículos pilosos (estrutura que compõe a unidade do fio) são retirados de uma área próxima ao pescoço, onde 500 a 1,5 mil unidades foliculares podem ser obtidas. Em seguida, são feitas incisões na área calva para implantar esses fios.

 Pós – operatório

Após o processo, é necessário que o paciente permaneça, por cerca de 24 horas, com uma gaze umedecida no soro fisiológico aplicada sobre a área implantada. 

Já os pontos são removidos no 7º dia de pós-operatório, sendo que o resultado final é obtido entre 8 a 12 meses após o procedimento, nos homens, e entre 12 a 14 meses, nas mulheres. Entretanto, nos pacientes que necessitam de uma segunda sessão, o procedimento só pode ser realizado 1 ano após o transplante inicial. 

Na cirurgia, as unidades foliculares são utilizadas e se tornam um procedimento globalmente utilizado para pacientes tanto do sexo masculino como do feminino. O sangue rico em plaquetas autólogo (pertencentes ao próprio organismo do paciente), que estimulam a cicatrização e o crescimento de novas estruturas orgânicas, tem sido utilizado em vários estudos clínicos e experimentais, atraindo até mesmo a cirurgia plástica e a dermatologia. 

Dr. Paulo Miranda –  Cirurgião plástico

Dr. Paulo Miranda, médico cirurgião plástico

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