Inteligência emocional e boa liderança femininas caminham juntas por Qual Farmácia

Inteligência emocional e boa liderança caminham juntas

Foi-se o tempo em que o chefe “linha dura” era respeitado nas empresas! Hoje, é sabido que uma das características mais desejadas num líder é a empatia. Nesse sentido, apesar de ainda enfrentar as desigualdades nas relações trabalhistas, as mulheres têm se mostrado à frente em comparação aos homens.

Uma pesquisa revelou que o público feminino também supera os homens nos quesitos otimismo, capacidade de influência, liderança inspiradora, gestão de conflito, entendimento organizacional, adaptabilidade, trabalho em equipe e orientação para resultado. No entanto, essas habilidades geralmente são associadas à inteligência emocional.

A inteligência emocional é a capacidade de controlar as emoções perante as situações e a habilidade em criar ferramentas que podem auxiliar o indivíduo a conviver de forma saudável e harmoniosa consigo mesmo e em grupo.

Neste artigo, a convite do Qual Farmácia, Kelly Coimbra, reprogramadora mental (coach/ hipnoterapeuta/ practitioner em PNL) e advogada integrante da Comissão da Mulher Advogada da OAB/DF, dialoga com as nossas leitoras sobre a importância de se ter a maturidade emocional necessária para acolher as pressões internas e externas que vêm das escolhas profissionais.

As qualidades de uma boa líder

No livro “Inteligência Emocional”, Daniel Goleman, conhecido como o pai da inteligência emocional, apresenta vários estudos científicos, inclusive um demonstrando que 85% dos grandes líderes de alto escalão das grandes corporações do mundo possuem inteligência emocional desenvolvida. Ou seja, aprenderam a trabalhar com as cinco habilidades emocionais.

São elas: a autoconsciência (autoconhecimento), o autocontrole (controle emocional), a automotivação, a empatia e os relacionamentos interpessoais (habilidades sociais). E não é difícil entender o porquê desse correlação, não é verdade?

Dentre outras coisas, uma boa líder deve ser perspicaz e inteligente o suficiente para saber gerenciar suas próprias emoções e também as das pessoas com as quais se relaciona todos os dias. Deve-se ter clareza dos seus principais objetivos e sonhos, estabelecer metas positivas que lhe mantenham motivada e focada até a sua realização.

Também deve ser capaz de ter empatia pelas pessoas, a habilidade de se colocar no lugar delas e entender suas complexidades e capacidades, quais são seus melhores recursos e limitações, assim poderá não só acolher melhor essa pessoa (seja ela um colaborador, cliente e até mesmo concorrente), como também ajudá-la a trazer o melhor de si mesma para aquele relacionamento profissional.

Vida equilibrada

Nessa perspectiva, a principal dica que posso oferecer aqui é que toda mulher invista em autoconhecimento. Uma mulher que conhece a si mesma, sabe exatamente onde precisa trabalhar, quais as crenças que estão lhe impedindo de avançar pela vida ou de ter os resultados que gostaria e pode então ter um mapa por onde começar a fazer os ajustes.

Em segundo lugar vem o desenvolvimento da autoestima, que tem relação com o autoconhecimento. A baixa autoestima compromete toda e qualquer iniciativa que a mulher empreenda para melhorar sua vida. Baixa autoestima atrapalha, inclusive no gerenciamento do tempo e produtividade! Se a mulher não consegue definir suas prioridades, seus sonhos e metas, como é que pode organizar seu tempo?

E por último, invista em ter clareza. Para quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve. Isso vale para todas as áreas da vida!  Quem essa mulher quer ser no campo pessoal e profissional? Que papéis ela realmente quer desempenhar/melhorar: mãe, esposa, filha, amiga, mulher, profissional?

Esse tripé é essencial para que a mulher possa se equilibrar entre os seus vários papéis na vida. Ter consciência de si mesma, dos seus planos, de como isso tudo se relaciona com seus vários papéis, dará à mulher a condição necessária de ir organizando sua rotina de modo a ter uma vida mais equilibrada, onde caiba o cuidado consigo mesma e com todos os papéis que ela já possui, com as pessoas que lhe são importantes.

E você como tem equilibrado a sua vida? Deixe seu comentário aqui no blog! Aproveite e compartilhe as nossas dicas com seus amigos e familiares nas redes sociais.

Kelly Coimbra é reprogramadora mental (coach/ hipnoterapeuta/ practitioner em PNL) e advogada integrante da Comissão da Mulher Advogada da OAB/DF

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