Cuidados na administração de medicamentos em crianças por Qual Farmácia

Cuidados na administração de medicamentos em crianças

Ter uma criança em casa significa ter que ficar atento o tempo todo para evitar qualquer tipo de acidente ou situação indesejável. Afinal de contas, nosso intuito é sempre protegê-las de todos os perigos, inclusive no que diz respeito à administração de medicamentos em crianças.

Os cuidados nesse sentido são muito importantes para que elas cresçam saudáveis e também para que você possa ficar mais tranquilo no dia a dia. Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura!

A importância da administração de fármacos na infância

Ver uma criança doente é devastador, principalmente para os pais e familiares que a cercam, não é mesmo? Uma sensação de impotência e tristeza toma conta de nós ao perceber que uma pessoa tão pequena passa por um momento ruim.

Contudo, por mais que o nosso desejo seja fazer de tudo para tentar resolver o problema, devemos ter sempre muito cuidado para lidar com os remédios que são dados aos pequenos.

Não que essa cautela não seja importante quando somos adultos, mas o organismo das crianças é ainda mais frágil. Assim, uma pequena falha pode causar graves consequências à sua saúde e o seu desenvolvimento.

Por isso, é essencial organizar-se e tomar algumas providências para que qualquer complicação seja evitada e para que os tratamentos sejam realmente eficazes, promovendo um crescimento saudável e seguro.

Cuidados que devem ser tomados em casa

Como elas são muito pequenas para lidar com esse tipo de responsabilidade, é preciso que alguém fique encarregado pela administração dos seus medicamentos em casa. Para isso, separamos algumas dicas:

  • deixe os remédios sempre fora do alcance das crianças, bem embalados e em local fresco;
  • guarde-os nas embalagens corretas para evitar confusões e preservar a bula, caso seja necessário consultá-las novamente;
  • confira o prazo de validade antes de tomar ou oferecer para alguém qualquer fármaco;
  • respeite fielmente a frequência, os horários e a quantidade de cada dose, conforme a prescrição médica;
  • não permita que outra pessoa reutilize algum medicamento, mesmo que apresente sintomas parecidos;
  • verifique se o remédio é mesmo de “uso pediátrico” e recomendado para a idade da criança.

Além disso, uma dica valiosa é nunca fazer do momento da medicação um terror para a criança, ou enganá-la a respeito disso.

O ideal é sempre explicar a importância de tomar o medicamento para o seu bem-estar — a partir do momento que ela tenha essa capacidade de compreensão. Caso haja algum tipo de resistência, é preciso ser paciente e tentar dispersar a tensão dela.

O que fazer na hora de dar a medicação

Antes de mais nada, é necessário evitar a automedicação e buscar a orientação de um profissional especializado. Na maioria dos casos, o pediatra é a pessoa mais recomendada, a não ser que a situação exija a avaliação de um especialista.

Esse deve ser o primeiro passo antes de dar qualquer tipo de remédio para uma criança. Depois da prescrição, você deve comprar o medicamento num estabelecimento de confiança e, se for de extrema necessidade, pedir a ajuda do farmacêutico responsável.

Então, deve-se seguir exatamente as instruções ao dar os remédios indicados — nem mais, nem menos quanto à dose; nem antes, nem depois do horário estipulado. Nesse sentido, vale tirar todas as dúvidas com o médico sobre como dar o medicamento em cada fase de vida dos pequenos, já que nem sempre essa é uma tarefa fácil.

Por exemplo, muitas crianças recusam o remédio, cospem ou até mesmo vomitam a substância algum tempo depois de ingerida — nesse caso, é preciso repetir a dose caso a rejeição ocorra em até 30 minutos.

Já um erro bastante comum é os pais pararem com a medicação ao acharem que a criança já está melhor. Porém, essa atitude pode ter consequências desastrosas para a eficácia do tratamento e para a saúde dela em geral.

É sempre bom contar com a orientação do médico, até porque podem ocorrer outras consequências, como reações alérgicas ou efeitos colaterais. Portanto, o principal cuidado é manter o contato com o profissional para preservar o bem-estar da criança.

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