Anvisa aprova dois novos medicamentos Epclusa e Torgena por Qual Farmácia

Anvisa aprova dois novos medicamentos: Epclusa e Torgena

Dois novos medicamentos acabam de ser lançados no mercado nacional. Aprovados no fim de junho pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Epclusa atua no tratamento contra 6 tipos de genótipos de Hepatite C (HCV) em adultos (uma infecção causada por um vírus que ataca o fígado e provoca inflamação) e coinfectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e HCV, bem como para tratar pacientes com cirrose descompensada (uma forma avançada de cirrose no fígado), infectados por 4 genótipos do HCV.

Já o Torgena trata-se de um remédio indicado no tratamento de infecções intra-abdominais complicadas e do trato urinário, incluindo pielonefrites (uma infecção urinária grave) e pneumonia adquirida em hospital, em alguns casos associados também à ventilação mecânica.

Epclusa

O Epclusa foi produzido a partir da combinação de uma dose fixa de velpatasvir e sofosbuvir, que juntos neste medicamento trabalham bloqueando a proteína NS5A e a proteína NS5B, respectivamente, evitando as mutações do vírus da hepatite C. Na forma farmacêutica, os pacientes poderão adquiri-lo como comprimido revestido na concentração de 100mg de velpatasvir e 400mg de sofosbuvir.

O resultado com a administração desse medicamento é tão positivo que pode-se falar até mesmo sobre cura da hepatite C. Para os especialistas, a cura significa conseguir uma resposta virológica sustentada, ou seja, conseguir que o vírus da hepatite C permaneça indetectável às 12 semanas após a conclusão do período de tratamento.

Estudos clínicos com Epclusa indicaram 99% de cura para pacientes com genótipo tipo 2 e 95% para pacientes com genótipo tipo 3. Pacientes com genótipo tipo 1, 4, 5 e 6 as chances de cura chegaram a variar de 97% a 100% dos casos.

Torgena

O Torgena foi produzido a partir da associação de ceftazidima e avibactam, compostos que o transformam num poderoso antibiótico capaz de combater as bactérias multirresistentes em ambientes, principalmente hospitalares. A forma farmacêutica desse medicamento será em pó para solução de infusão, na concentração de 2,5g (2.000mg de ceftazidima + 500mg de avibactam).

A Anvisa afirma que o desenvolvimento de um novo agente terapêutico capaz de demonstrar eficácia e segurança em infecções graves se justifica diante da crescente resistência global, que se estende ao Brasil, aos antibióticos.

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