5 cuidados que você ter desde à compra ao armazenamento dos medicamentos por Qual Farmácia

5 cuidados que você deve ter desde à compra ao armazenamento dos medicamentos

Quem nunca tomou um remédio por conta própria para aliviar aquela dor cabeça? Ou até mesmo pediu recomendação a algum conhecido sobre um medicamento milagroso que desse fim ao resfriado? Mas é preferível ingerir em cápsula ou em comprimido para o efeito ser mais rápido? E, após o tratamento, não tem nenhum problema guardar a cartela restante, não é mesmo?

Se você se identificou com essas situações, então, provavelmente esse artigo é para você! É óbvio que, de vez em quando, um comprimido pode auxiliar a minimizar os sintomas de um mal-estar. Porém, essa prática não deve ser adotada como padrão, pois a automedicação além de mascarar o problema real, pode prejudicar ainda mais a sua saúde. Por isso, ao invés de visitar primeiro a farmácia que tal procurar um especialista?

Para ajudar você, vamos mostrar neste post, 5 cuidados importantes que você deve tomar ao ter a prescrição médica em mãos para adquirir, ingerir e armazenar corretamente os medicamentos.  Confira!

Vai comprar comprimido, drágea ou cápsula?

Para além da versão em líquido, também existem essas três formas de revestimento de um medicamento. É muito comum, ao chegar na drogaria, que os farmacêuticos ofereçam uma dessas versões. Porém, se você não sabe a diferença entre elas, nós podemos explicar para que você adquira a melhor opção para as suas necessidades.

O comprimido, como o próprio diz, é obtido por meio da compressão de um pó. Ou seja, todo o ar presente entre as partículas é retirado, resultando num produto sólido. Normalmente, até o formato dele é pensado para facilitar a ingestão da quantidade necessária do medicamento, já que o contato do comprido com o ácido gástrico deve dissolvê-lo e quebrá-lo em partículas para serem absorvidas.

A drágea consiste num comprimido que passou por um processo de revestimento que é feito com açúcar e/ ou polímeros, que pode ou não ter corante. As drágeas têm aspecto liso, brilhante, são fáceis de engolir e permitem misturar entre o revestimento e o núcleo da drágea, substâncias que não poderiam ser misturadas num comprimido comum. Neste caso, a digestão do fármaco torna-se mais lenta.

Já a cápsula contém o fármaco envolto num revestimento solúvel duro ou mole, de formatos e tamanhos variados. Geralmente, esse invólucro é composto por gelatina – a mesma que comemos – ou também pode ser de amido ou de outras substâncias. Nesta forma, ela tende a liberar mais rápido o princípio ativo do fármaco para o organismo.

As cápsulas não devem ser abertas

Da mesma forma que cortar o comprimido não ajuda a fracionar a dosagem do remédio, abrir uma cápsula e ingerir somente o pó não garante a eficácia do fármaco, uma vez que o revestimento da cápsula também é idealizado para proteger a mucosa da boca e do esôfago do contato com a medicação.

Para alguns medicamentos, inclusive, a remoção da cápsula pode ter consequências como dor no tórax, provocando vômitos e esofagite (uma inflamação da mucosa do esôfago). Então, caso você tenha dificuldades em engolir esse tipo de comprimido, converse com o seu médico para avaliar as opções.

Tome o medicamento acompanhado de água

É verdade que alguns remédios permitem ser ingeridos com chás, cafés, sucos e até mesmo leite. No entanto, com alguns medicamentos, essa combinação pode alterar a composição e acabar comprometendo a ação do fármaco. Por isso, o mais recomendado é dar preferência à água.

Para aqueles que devem tomar regularmente um remédio, é aconselhado manter uma garrafinha d’água em mãos, pois ingeri-lo a seco pode trazer malefícios à saúde. Existindo inclusive o risco de a medicação ficar retida no esôfago. Logo, todo cuidado é necessário!

O uso de antibióticos pode diminuir o efeito dos anticoncepcionais

De forma geral, não existem grandes restrições na mistura de remédios com anticoncepcionais. Contudo, é fundamental informar seu médico caso você tome, pois, algumas substâncias causam alterações indesejadas. Entre eles estão os antibióticos, que quando consumidos em conjunto podem reduzir a eficácia dos anticoncepcionais.

Atenção ao montar uma farmacinha em casa!

Embora a automedicação seja repreendida pelos profissionais da saúde, nós sabemos que os medicamentos de venda livre acabam compondo a farmacinha caseira de muitas pessoas. Entretanto, é preciso ter muito cuidado ao adotar essa prática, pois você não precisa montar um arsenal!

Alguns remédios básicos para combater e amenizar os sintomas de dores passageiras, itens de higiene e primeiros socorros são suficientes para os imprevistos do dia a dia. Além disso, tão essencial quanto as próprias medicações à mão, é indispensável saber onde e como guardá-las.

Nesse caso, um local seco e arejado, longe do alcance das crianças, é o melhor lugar, mas certifique-se que todos os adultos tenham conhecimento, para que numa eventual urgência, a medicação seja rapidamente encontrada.

Quanto ao armazenamento, o ideal é guardá-los em uma ou mais caixas de papelão com tampa. Assim, caso ocorra algum vazamento, é possível substituí-las facilmente. Outro detalhe importante que não pode ser esquecido é o prazo de validade dos medicamentos. Periodicamente faça uma limpeza após verificar as datas de fabricação e validade destes.

Medicamentos vencidos devem ser descartados corretamente, uma vez que podem contaminar o ambiente. Em caso de dúvidas, você pode recolhê-los e levá-los até uma farmácia ou drogaria que eles fazem o descarte adequadamente.

E aí, anotou as nossas dicas? Agora é só colocá-las em prática! E lembre-se: se for comprar medicamentos, economize tempo e dinheiro, usando o app Qual Fármacia.

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